Tendências de Consumo da Geração Z e o Papel da Customer Intelligence na Estratégia das Marcas
Análise estratégica e provocativa sobre como a Geração Z redefine o consumo, exigindo das marcas uma atuação baseada em dados, empatia, propósito e inteligência de clientes. O conteúdo conecta comportamento, tecnologia, ciência de dados e experiência do cliente.

A cada nova geração, o mercado é provocado a se reinventar. Mas com a Geração Z, essa provocação ganha um tom diferente. Não se trata apenas de ajustar linguagem, escolher novos canais ou aderir a tendências digitais. Trata-se de compreender, em profundidade, como dados, comportamento, valores e experiência se conectam em tempo real.
A Geração Z não pede licença para transformar o mercado. Ela simplesmente chega, ocupa espaço e muda as regras do jogo. Nascidos em um mundo hiperconectado, esses consumidores cresceram acompanhando crises econômicas, debates sobre diversidade, mudanças climáticas e avanços tecnológicos em ritmo acelerado. Tudo isso moldou uma geração mais crítica, pragmática e consciente do impacto de suas escolhas de consumo.
Diferentemente de gerações anteriores, a Geração Z não se deixa seduzir facilmente por discursos publicitários tradicionais. Ela questiona, pesquisa, compara e, principalmente, observa se o discurso da marca se sustenta na prática. Para esses consumidores, comprar é um ato que envolve identidade, valores e pertencimento. Preço importa, mas propósito também. Experiência pesa tanto quanto produto. E coerência se tornou um fator decisivo de escolha.
Segundo dados da Deloitte de 2023, mais de 60 por cento dos consumidores da Geração Z afirmam que deixam de consumir marcas que não demonstram compromisso real com questões sociais e ambientais. Esse dado revela algo profundo: estamos diante de uma geração que entende consumo como extensão de seus princípios pessoais. Não se trata apenas de preferência. Trata-se de posicionamento.
Nesse cenário, marcas que insistem em estratégias genéricas ou baseadas apenas em histórico de vendas perdem relevância rapidamente. A Geração Z exige personalização, agilidade e experiências fluidas entre canais físicos e digitais. Mais do que isso, ela espera que as empresas a conheçam de verdade. E conhecer, hoje, significa interpretar dados com inteligência.
É aqui que a Customer Intelligence ganha protagonismo. Não como um conceito abstrato, mas como uma disciplina estratégica que conecta ciência de dados, comportamento humano e experiência do cliente. Em um mercado orientado por dados, compreender padrões de consumo, jornadas fragmentadas e sinais comportamentais deixou de ser diferencial e passou a ser questão de sobrevivência.
Como costumo afirmar em minhas análises sobre experiência do cliente, “quem não entende o cliente a partir dos dados está apenas torcendo para dar certo”. A Geração Z não oferece espaço para improviso. Ela responde rapidamente às marcas que acertam e abandona com a mesma velocidade aquelas que erram.
Este artigo propõe uma reflexão aprofundada sobre as principais tendências de consumo da Geração Z sob a ótica da Customer Intelligence e da ciência de dados. Mais do que mapear comportamentos, o objetivo é mostrar como as marcas podem alinhar suas estratégias de clientes de forma inteligente, ética e orientada por valor real. Porque entender a Geração Z não é apenas uma questão de marketing. É uma decisão estratégica que define o futuro dos negócios.
A Geração Z e a reconstrução do significado do consumo
A Geração Z redefine o consumo a partir de um novo eixo de valor. Para esses consumidores, comprar não é apenas adquirir algo necessário ou desejado, mas uma forma de expressar identidade, posicionamento social e visão de mundo. Esse comportamento está diretamente ligado ao contexto em que cresceram, marcado por instabilidade econômica, excesso de informação e acesso irrestrito à comparação entre marcas.
Dados do Global Web Index de 2024 apontam que mais de 70 por cento da Geração Z pesquisa intensamente antes de realizar uma compra, utilizando redes sociais, avaliações de outros consumidores e conteúdos gerados por pessoas comuns. A decisão final raramente acontece de forma impulsiva. Ela é construída a partir de múltiplos pontos de contato, em jornadas não lineares e altamente fragmentadas.
Esse cenário exige das marcas uma mudança profunda de mentalidade. Não basta mais impactar o consumidor em um único canal ou momento. É necessário compreender o contexto completo da decisão e atuar de forma integrada em toda a jornada.
O papel da ciência de dados na leitura do comportamento
Nunca foi tão possível entender o consumidor em profundidade. A quantidade de dados gerados diariamente pela Geração Z é imensa. Cada clique, visualização, comentário, interação com atendimento ou abandono de carrinho carrega informações valiosas sobre expectativas e frustrações.
A ciência de dados transforma esses sinais dispersos em padrões de comportamento. Por meio de modelos analíticos, é possível identificar preferências, prever churn, antecipar demandas e personalizar experiências em escala. Não se trata apenas de analisar o passado, mas de projetar cenários futuros com base em comportamento real.
Segundo relatório da McKinsey de 2023, empresas orientadas por dados têm 23 vezes mais chance de conquistar novos clientes e seis vezes mais probabilidade de reter consumidores. No caso da Geração Z, esse diferencial se torna ainda mais evidente, já que a lealdade é conquistada a partir da experiência e não apenas do produto.
Customer Intelligence como elo entre dados e estratégia
Customer Intelligence é a ponte entre dados brutos e decisões estratégicas. Ela organiza informações de diferentes fontes, integra áreas e traduz números em ações concretas. Para compreender a Geração Z, essa inteligência precisa ir além de indicadores tradicionais como ticket médio ou frequência de compra.
É necessário analisar sentimentos, comportamentos, contextos e motivações. Ferramentas de análise de sentimento, mineração de dados sociais e modelos preditivos permitem compreender como a Geração Z percebe a marca em tempo real. Isso possibilita ajustes rápidos de estratégia e evita rupturas na experiência.
Como costumo reforçar em projetos de CX, “dados sem interpretação são apenas estatísticas. Inteligência nasce quando os dados orientam decisões que impactam o cliente”. Essa lógica se aplica diretamente à forma como marcas precisam se relacionar com a nova geração de consumidores.
O fim das personas genéricas e o início dos microsegmentos
Durante muito tempo, o mercado se apoiou em personas fictícias para orientar estratégias. Embora tenham sido úteis em determinado momento, hoje elas já não dão conta da complexidade do comportamento da Geração Z. Essa geração não se encaixa em estereótipos fixos.
A Customer Intelligence baseada em ciência de dados permite criar microsegmentos comportamentais dinâmicos. Esses grupos se formam a partir de padrões reais de comportamento e não apenas de características demográficas. Assim, dois consumidores da mesma idade podem receber experiências completamente diferentes, de acordo com suas intenções e histórico de interação.
Essa abordagem aumenta a relevância das ações da marca e reduz desperdício de investimento. Mais do que segmentar, trata se de personalizar com propósito e contexto.
A experiência do cliente como diferencial competitivo
Para a Geração Z, experiência não é um conceito abstrato. Ela é sentida em cada interação. Um site lento, um atendimento robotizado ou uma comunicação incoerente são suficientes para gerar abandono. Por outro lado, experiências simples, humanas e fluidas geram encantamento e compartilhamento espontâneo.
Dados da Salesforce de 2024 mostram que 88 por cento dos consumidores da Geração Z consideram a experiência tão importante quanto o produto em si. Isso reforça a necessidade de uma gestão de experiência baseada em dados reais da jornada.
Customer Intelligence permite mapear pontos de fricção e oportunidades de melhoria de forma contínua. Não se trata de realizar pesquisas esporádicas, mas de acompanhar o comportamento do cliente ao longo do tempo, ajustando processos e interações de forma ágil.
Transparência e ética no uso de dados
Outro aspecto central para a Geração Z é a forma como as marcas utilizam dados. Essa geração entende o valor da personalização, mas exige transparência, segurança e respeito. Segundo pesquisa da IBM de 2023, mais de 65 por cento dos jovens da Geração Z se preocupam com a forma como suas informações são utilizadas pelas empresas.
Marcas que deixam claro como coletam e utilizam dados constroem relações mais confiáveis. Customer Intelligence precisa estar alinhada a princípios éticos, respeitando privacidade e utilizando informações para gerar valor real ao cliente.
Como já destaquei em diferentes fóruns de CX, “confiança é construída quando o cliente percebe que seus dados estão sendo usados para melhorar sua experiência, e não apenas para vender mais”.
Alinhamento estratégico para um novo consumidor
Entender a Geração Z exige alinhamento entre áreas. Marketing, CX, dados, atendimento e produto precisam atuar de forma integrada. Customer Intelligence não pode ser responsabilidade de uma única área. Ela deve orientar toda a estratégia de clientes da organização.
Empresas que conseguem integrar dados e decisões constroem experiências mais consistentes e relevantes. Para a Geração Z, essa consistência é fundamental. Incoerências são rapidamente percebidas e amplificadas nas redes sociais.
A ciência de dados aplicada à Customer Intelligence não elimina o fator humano. Pelo contrário. Ela amplia a capacidade das marcas de agir com empatia, personalização e agilidade. É a combinação entre tecnologia e sensibilidade que define o sucesso na relação com essa geração.
A Geração Z e a lógica da experimentação constante
Um dos comportamentos mais marcantes da Geração Z é a abertura à experimentação. Essa geração testa marcas, muda rapidamente de preferência e não estabelece relações duradouras apenas por hábito. A fidelidade tradicional, baseada em repetição automática, perde espaço para uma fidelidade condicional, construída a partir de experiências consistentes e relevantes.
Dados da Accenture de 2024 mostram que mais de 55 por cento dos consumidores da Geração Z estão dispostos a trocar de marca após uma única experiência negativa. Esse dado reforça o quanto a experiência do cliente se tornou frágil e, ao mesmo tempo, estratégica. Cada interação conta. Cada detalhe influencia a percepção.
Para lidar com esse comportamento, as marcas precisam de capacidade analítica para entender sinais precoces de insatisfação. A ciência de dados aplicada à Customer Intelligence permite identificar padrões de queda de engajamento, redução de interações ou mudanças no comportamento de navegação antes mesmo que o cliente manifeste uma reclamação explícita.
Dados em tempo real e decisões ágeis
A Geração Z vive no tempo real. Espera respostas rápidas, soluções imediatas e jornadas sem fricção. Isso exige das empresas uma estrutura capaz de coletar, processar e analisar dados em velocidade compatível com esse ritmo.
Customer Intelligence moderna não trabalha apenas com análises retrospectivas. Ela se apoia em dados em tempo real para orientar decisões operacionais e estratégicas. Um exemplo prático é o uso de modelos preditivos para identificar o melhor momento de interação com o cliente, evitando comunicações invasivas ou irrelevantes.
Segundo estudo da Forrester de 2023, empresas que utilizam dados em tempo real para personalização aumentam em até 40 por cento os índices de engajamento com consumidores mais jovens. Para a Geração Z, relevância é mais importante do que frequência.
Omnicanalidade como expectativa básica
Para a Geração Z, não existe separação entre canais. Online e offline fazem parte de uma mesma experiência. O consumidor pesquisa no celular, valida em redes sociais, visita a loja física e finaliza a compra em outro canal digital. Qualquer ruptura nessa jornada gera frustração.
Customer Intelligence tem papel central na construção de experiências omnicanal consistentes. Ao integrar dados de diferentes pontos de contato, as marcas conseguem reconhecer o cliente em qualquer canal, manter histórico de interações e oferecer continuidade na experiência.
Esse nível de integração exige investimento em arquitetura de dados, governança da informação e alinhamento estratégico. Não se trata apenas de tecnologia, mas de visão centrada no cliente.
A influência das comunidades e do conteúdo social
A Geração Z confia mais em comunidades do que em campanhas publicitárias. Conteúdos gerados por outros consumidores, avaliações espontâneas e recomendações em redes sociais exercem forte influência sobre decisões de compra.
Customer Intelligence aplicada ao social listening permite acompanhar conversas, identificar tendências emergentes e compreender sentimentos em torno da marca. Esses dados oferecem insights valiosos sobre expectativas, dores e oportunidades de inovação.
De acordo com relatório da Sprout Social de 2024, mais de 60 por cento da Geração Z afirma que comentários e avaliações em redes sociais impactam diretamente suas decisões de consumo. Ignorar essas informações é abrir mão de uma fonte rica de inteligência.
Personalização com significado
A Geração Z valoriza personalização, mas rejeita abordagens superficiais. Chamar o cliente pelo nome não é suficiente. Personalização real envolve compreender contexto, intenção e momento.
A ciência de dados permite criar experiências personalizadas com base em comportamento real. Isso inclui recomendações relevantes, comunicações no momento certo e ofertas alinhadas às necessidades do cliente. Quando bem executada, a personalização gera sensação de cuidado e atenção.
No entanto, personalizar exige responsabilidade. Excesso de comunicação ou uso inadequado de dados gera desconforto. Customer Intelligence deve equilibrar relevância e respeito, criando experiências que agreguem valor.
Cultura organizacional orientada por dados e clientes
Nenhuma estratégia de Customer Intelligence se sustenta sem uma cultura organizacional alinhada. Para atender a Geração Z, as empresas precisam incorporar a visão do cliente em todas as decisões, do desenvolvimento de produtos ao atendimento.
Isso exige capacitação das equipes, democratização do acesso aos dados e incentivo à tomada de decisão baseada em evidências. A ciência de dados não pode ficar restrita a especialistas. Seus insights precisam ser compreendidos e utilizados por toda a organização.
Como sempre reforço em minha atuação em CX, “dados só geram valor quando se transformam em ações concretas que melhoram a vida do cliente”. Essa mentalidade precisa permear a cultura da empresa.
Inovação orientada pelo comportamento do cliente
A Geração Z valoriza inovação, mas não inovação vazia. Ela espera soluções que resolvam problemas reais e simplifiquem sua vida. Customer Intelligence permite identificar oportunidades de inovação a partir do comportamento do cliente, e não apenas de tendências de mercado.
Ao analisar jornadas, feedbacks e interações, as marcas conseguem identificar lacunas e desenvolver soluções mais alinhadas às expectativas do público jovem. Essa abordagem reduz riscos e aumenta a chance de aceitação das inovações lançadas.
Relacionamentos baseados em valor e confiança
No fim, o que a Geração Z busca são relações baseadas em valor e confiança. Ela não se prende a marcas por tradição, mas por identificação. Customer Intelligence ajuda as empresas a construir essas relações ao compreender profundamente quem é o cliente e o que ele valoriza.
A confiança se constrói com transparência, consistência e respeito. Cada interação reforça ou enfraquece esse vínculo. Em um mercado competitivo, marcas que conseguem transformar dados em experiências humanas e relevantes se destacam.
A Geração Z não é apenas o consumidor do futuro. Ela é o consumidor do presente. E compreender seus comportamentos por meio da ciência de dados e da Customer Intelligence é o caminho para construir estratégias de clientes sustentáveis e competitivas.
O comportamento da Geração Z apresenta um desafio e, ao mesmo tempo, uma oportunidade histórica para as marcas. Estamos diante de consumidores que possuem autonomia, acesso irrestrito à informação e expectativa de experiências personalizadas, ágeis e alinhadas aos seus valores. Nesse cenário, empresas que ainda operam com estratégias genéricas ou baseadas em suposições perdem relevância rapidamente.
O uso inteligente de dados deixou de ser diferencial. Ele se tornou essencial para compreender a fundo o cliente e antecipar suas necessidades. A Customer Intelligence, apoiada pela ciência de dados, permite que empresas capturem padrões de comportamento, interpretem sinais sutis de engajamento ou insatisfação e adaptem processos em tempo real. Essa capacidade não apenas fortalece a experiência do cliente, mas também transforma dados em vantagem competitiva.
Mais do que isso, compreender a Geração Z exige uma visão integrada de todos os pontos de contato. Marketing, atendimento, produto e experiência do cliente precisam trabalhar de forma alinhada, compartilhando insights e traduzindo-os em ações concretas. Cada interação deixa rastros que, quando analisados com inteligência, oferecem oportunidades de melhoria, personalização e engajamento. A integração entre áreas e a visão holística do cliente são fatores decisivos para construir relacionamentos duradouros.
A ética no uso de dados também é central. A Geração Z valoriza a transparência, a responsabilidade e a coerência das marcas. Dados coletados sem propósito ou usados de forma invasiva minam a confiança e prejudicam relacionamentos. Por outro lado, quando os dados são aplicados para gerar valor, simplificar a jornada ou oferecer experiências relevantes, eles fortalecem o vínculo entre marca e cliente. Como costumo afirmar: “Dados mostram o caminho, mas é a empatia que define a direção.”
Além de tecnologia e análise, o futuro da relação com a Geração Z depende de cultura centrada no cliente. Empresas que internalizam o olhar do consumidor em todas as decisões conquistam vantagem estratégica. A Customer Intelligence não é apenas uma ferramenta de análise; ela deve permear processos, decisões e comportamentos organizacionais. Quando bem aplicada, cria experiências que não apenas satisfazem, mas encantam.
A Geração Z também redefine o conceito de fidelidade. Para manter clientes engajados, marcas devem ir além do preço e do produto. É necessário oferecer experiências consistentes, alinhadas aos valores e expectativas do público jovem. A inovação precisa ser orientada pelo comportamento do cliente, e não apenas por tendências de mercado. A fidelidade surge quando cada interação transmite cuidado, relevância e propósito.
Em síntese, entender a Geração Z é compreender que dados e empatia caminham juntos. É investir em Customer Intelligence de forma ética, estratégica e centrada no cliente. É transformar informações em experiências, relacionamentos e inovação. Marcas que internalizarem essa lógica estarão preparadas para construir conexões profundas, duradouras e significativas com a geração que molda o consumo do presente e do futuro.
O momento exige ação. A Geração Z não espera, ela atua. Cada interação, cada experiência e cada escolha são oportunidades para marcas inteligentes fortalecerem laços, ganharem relevância e se tornarem protagonistas em um mercado em constante transformação.
FONTES UTILIZADAS
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